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17 de dezembro de 2007

Nós é que colocamos os pontos!

Um homem rico estava muito mal.

Pediu papel e caneta e escreveu o seu testamento:


Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes.


1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade . Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.


Assim é a vida! Nós é que colocamos os pontos.
E isso faz a diferença.


4 comentários:

Carlos Alberto Videira disse...

a pontuação é tudo de facto

Domingos Moreira disse...

Obrigado pelos comentários.
Volte sempre... e comente.

Domingos

DanPin disse...

Também acho que a pontuação é a regra, principalmente porque faz parte da nossa língua. A propósito, com todo o respeito, vou por uma coisa desse género no meu blog e vou agradecer a este blog e ao grande escritor de anedotas Domingos Moreira por me dar esta ideia!

Domingos Moreira disse...

Obrigado pelos comentários (again...).
Já agora deixe aqui o endereço do seu blog.