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23 de novembro de 2003

Sem pelos em baixo


A D. Eugénia contratou uma criada lá para casa, com uns bonitos cabelos loiros. Logo na primeira manhã, a rapariga tira o cabelo e diz "Eu uso peruca, porque eu nasci totalmente sem pelos. Não tenho um único pelo, nem aqui em baixo..."

Nessa noite, a D. Eugénia diz ao seu marido. Ele diz-lhe "Nunca vi uma coisa dessas! Por favor, amanhâ, pede-lhe para ir ao quarto para te mostrar. Eu escondo-me no guarda-vestidos, para poder dar uma olhadela."

No dia seguinte, a D. Eugénia pede à rapariga para lhe mostrar. Vão as duas para o quarto. A rapariga despe-se e mostra-lhe. Depois a rapariga diz à senhora "Eu nunca vi uma 'coisa' com pelos, pode mostrar-me a sua?"

Então a D. Eugénia tira as suas roupas e mostra-lhe.

Nessa noite, a D. Eugénia diz ao seu marido "Espero que estejas satisfeito, porque eu senti algum embaraço quando ela me pediu para mostrar as minhas 'partes'..."

Então o marido responde-lhe "Achas que ficaste embaraçada... Eu tinha os meus amigos da bisca comigo no guarda-vestidos..."

11 de novembro de 2003

Para que serve uma Garrafa termos


A Maria, uma mulher loira e bem apresentada, passou por uma loja. Fixou um objecto brilhante, parecido com uma garrafa e ficou com curiosidade acerca do que seria.

Perguntou ao comerciante: "O qué isto?"

O comerciante respondeu: "É uma garrafa termo."

A loira então pergunta-lhe; "E para que é que serve?"

O comerciante respondeu-lhe: "Mantém as coisas quentes, quentes, e as coisas frias, frias." Decidiu comprar uma.

No dia seguinte leva consigo o objecto brilhante para o escritório. A chefe dela, também loira, pergunta-lhe: "Que objecto brilhante é esse?"

A Maria respondeu: "É uma garrafa termo."

A chefe voltou a perguntar: "E para que serve?"

A Maria foi-lhe dizendo: "Serve para manter as coisas quentes, quentes, e as coisas frias, frias."

A chefe, curiosa, perguntou outra vez: "O que é que tens lá dentro?"

"Tenho duas chávenas de café e uma Coca Cola."

5 de novembro de 2003

O que interessa e o caminho


Dois irmãos decidiram cavar um buraco bem fundo atrás de sua casa. Enquanto estavam trabalhando, dois outros meninos pararam por perto para observar.

- O que vocês estão fazendo? - Perguntou um dos visitantes.

- Nós estamos cavando um buraco para sair do outro lado da terra!

- Um dos irmãos respondeu entusiasmado.

Os outros meninos começaram a rir, dizendo aos irmãos que cavar um buraco que atravessasse toda a terra era impossível.

Após um longo silêncio, um dos escavadores pegou um frasco completamente cheio de pequenos insectos e pedras valiosas. Ele removeu a tampa e mostrou o maravilhoso conteúdo aos visitantes gozadores. Então ele disse confiante:

- Mesmo que nós não cavemos por completo a terra, olha o que nós encontramos ao longo do caminho!

Seu objectivo era por demais ambicioso, mas fez com que escavassem. E é para isso que servem os objectivos: fazer com que nos movamos em direcção às nossas escolhas, ou seja, começarmos a escavar!

Nem todo objectivo será alcançado inteiramente.
Nem todo trabalho terminará com sucesso.
Nem todo relacionamento resistirá.
Nem todo amor durará.
Nem todo esforço será completo.
Nem todo sonho será realizado.

Mas quando você não atingir o seu alvo, talvez você possa dizer:

Sim, mas vejam o que eu encontrei ao longo do caminho!

Vejam as coisas maravilhosas que surgiram em minha vida porque eu tentei!

É no trabalho de escavar que a vida é vivida.

E, afinal, é a alegria da viagem que realmente importa.

4 de novembro de 2003

Santos e Pecadores


Um homem muito religioso vivia mesmo ao lado de um ateu.

Enquanto o homem religioso ficava o dia inteiro de joelhos, em comunhão com o seu Senhor, a rezar, o seu vizinho nunca na vida olhou duas vezes para uma igreja...

Contudo, a vida do ateu era impecável: Tinha um emprego bem pago e uma mulher bonita, e os seus filhos eram ricos e bem saudáveis. Por outro lado, o emprego do homem piedoso era extenuante e pagavam-lhe mal. A sua esposa estava cada dia mais gorda e os filhos davam-lhe cabo da cabeça todo o dia...

Um dia, em profunda oração, como era hábito, ele levantou os olhos em direcção ao céu e perguntou:

"- Oh, meu Deus: Eu honro o Vosso nome todos os dias. Peço-Vos opinião para os meus problemas e confesso-Vos os meus pecados. Contudo, o meu vizinho, que até nem acredita em Vós, e de certeza nem sabe o que é rezar, parece ser abençoado com todas as felicidades do mundo, enquanto que eu estou cada vez mais pobre, e sofro com esta indignidade. Porque que será, meu Deus?"

Então ouviu-se uma voz majestosa vir do Céu:

"- PORQUE ELE NÃO ME ESTÁ SEMPRE A INCOMODAR!!!!"