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26 de agosto de 2007

Estuda Americano

Um cientista norte americano descobriu nos seus estudos que as pessoas que não têm suficiente actividade sexual lêem os e-mails e navegam na internet com uma mão pousada no rato...





Não vale a pena tirar a mão agora.



Já é tarde... :-)

A proposito de Sexo Oral

"Escrevo esta crônica em plena quadra natalícia, numa altura em que os homens, coitados, na sua pequenez de vista, acham que nós queremos receber jóias, um casaquito do Cavalli, um fim-de-semana numa linda pousada, um microondas para enfiarmos a cabeça lá dentro, etc., etc.

Nem estão enganados, os pobres. Mas o que nós queríamos mesmo, era homens que soubessem fazer um minete "comme il faut". Eu explico. Estas almas penadas vieram ao mundo com um gene que lhes meteu na cabeça que fazer um bom minete é dado adquirido. Pois aqui vai uma notícia: não é!
E o mais giro é que perguntando aos desgraçados dos meus amigos, "ex" e afins (o leque é grande e a probabilidade de acertar quase igual à da Eurosondagem), todos acham que fazem "o" minete. Extraordinário! Mas alguém se lembrou de perguntar às respectivas? Não.
E todos continuam convencidos que são os "maiores" nesta lide particular. Burros. Ora, da mesma forma que nós – grandes falsas – esperneamos, dizemos, "ahhh, Sim, Huuuuuuuuuuuuuum!" e nos mexemos à "canal 18" para fingir um orgasmo durante o acto, o mesmo fazemos quando nos estão a meter a cara entre as pernas. Assumindo uma posição tipo "Dra. Ruth" – é o que me chama, no gozo, a minha editora –, arrisco dizer que 80 por cento dos homens fazem minetes como os São Bernardo lambem as vítimas perdidas na neve. Lambem, lambem… Sem saber porquê e onde. E nós fazemos o nosso papel, para os pobres coitados não ficarem cheios de complexos (de vez em quando, algumas ganham coragem e dizem "querido não te importas de fazer assim ou assado?", mas ainda é raro).
Depois, há 10 por cento que têm jeito prà coisa: um potencial elevado para um "minete-colibri" – bate as asinhas e "truca!", acerta no alvo sem grandes lambidelas ou aparato. E, finalmente, vêm os abençoados, que já foram como os anteriores mas entretanto leram livros da especialidade e fazem os "minetes de oiro". São os "meninos de oiro" – coisa rara nos dias que correm.

E mais uma vez os caracteres lixam-me a prosa – não as idéias. Mas não é por isso que ficam os senhores leitores sem uma idéia para uma prenda jeitosa para o Natal, daquelas que, uma vez aprendida, é só dar.

Transcrição integral do artigo de Ana Anes, na revista Vidas (suplemento do jornal "O Independente") de 16 de Dezembro .
segue a transcrição da resposta de Miguel Sousa Tavares...
"Minha Cara,
Tenho, sinceramente, muita pena de si...
Em primeiro lugar, tive a pena de constatar que só se sentiu realizada, ou minimamente realizada, em 20% dos minetes que lhe fizeram.
Concordo consigo quando diz que os homens devem perguntar às respectivas se estão contentes com o seu desempenho.
Nesse caso, porque é que assume claramente que finge os seus orgasmos?
Das duas uma, ou a menina nunca foi "comida" como devia, ou então, coitadinha, não tem mesmo jeitinho nenhum para o sexo.
Nós, homens, também lhe podemos fazer, por exemplo uma estatística de quantas mulheres são ou não boas na cama. Ou quantas fazem ou não, bons broches. O que nunca lhe vamos poder fazer é fingir um orgasmo. Isto, claro, se conseguir que atinjamos um.
Acredite que há muitos homens que perguntam as parceiras se estão contentes com o seu desempenho. E acredite também que a maior parte dos homens não teve que ler um manual para fazer bons minetes. Apenas teve que os fazer, uma e outra e outra vez. Só com treino se consegue melhorar a performance minha cara.
Em segundo lugar, informo-a que, caso ainda não tenha percebido, o que você está a fazer é, muito simplesmente, a aumentar o número de homens que pratica mau sexo. Você e as mulheres como você.
Ora repare: se você finge um orgasmo de cada vez que está com um homem, em primeiro lugar, está a fazer com que o homem acredite que realmente percebe do assunto (Sim, há homens que não percebem).
Em segundo lugar, está a fazer com que este mesmo homem, não se esforce o suficiente para agradar a parceira na relação seguinte. Penso que estamos ambos de acordo, quando digo que uma situação destas não é agradável, nem tão pouco desejável , certo?
O meu conselho, se o quiser aceitar, é:
- Faça mais sexo!!! A sério, penso que você precisa. Mas faça mais sexo sem fingir orgasmos. Vai ver que a sua vida sexual melhorar exponencialmente, e excusa de se vir queixar para as revistas. É obvio que nem todos os homens lhe vão dar um orgasmo, ambos sabemos isso. Mas vão tentar, isso, eu garanto...
E já agora. Informo-a também que não é assim tão raro uma mulher pedir ao "querido" para fazer assim ou assado. Não julgue todas as mulheres por si, "Dra. Ruth" .
Um Cordial abraço,
Miguel Sousa Tavares"

22 de agosto de 2007

A Vidente

A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:

- Vejo o senhor passando em uma avenida, em carro aberto, e uma imensa multidão acenando...

Lula sorri e pergunta:


- Essa multidão está feliz?

- Sim, feliz como nunca!

- E eles estão correndo atrás do carro?

- Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.

- Eles carregam bandeiras?

- Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro muito melhor...

- Eles gritam, cantam?

- Gritam frases de esperança 'Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!'

- E eu, como estou reagindo?

- Não dá pra ver.

- E por que não?

- Porque o caixão está lacrado...

21 de agosto de 2007

Mae inquieta

Uma jovem deu entrada na maternidade pública já em trabalho de parto e começou a ser questionada pela médica parteira de plantão:

- Você não gostaria que O seu marido estivesse presente no parto?

- Lamento, afirmou a jovem, mas EU não tenho marido.

- Tudo bem, mas, E O seu namorado?

- Também não tenho namorado, replicou.

- Mas você tem um parceiro?

- Sou descompromissada e terei O meu bebê sozinha, afirmou veemetemente.

Após o nascimento, a parteira voltou-se novamente para a jovem parturiente:

- Você teve uma linda e saudável menina. E la é negra!

- Bem..., comentou a jovem, fiquei sem dinheiro e sem onde morar, então aceitei um papel num filme pornô e o ator principal era um homem negro enorme!

- Bem...,. disse a parteira, curiosamente o bebê também tem cabelos louros!

- É, eu estava realmente necessitando do dinheiro e havia também um rapaz sueco no filme. O que eu poderia fazer???

- Realmente não tenho nada a ver com isso e gostaria de terminar por aqui..., disse a parteira, mas O seu bebê tem olhos puxados!!!

- Bom..., explicou novamente a moça, eu passava muita dificuldade e tinha também um chinês no elenco. eu não tinha escolha!

Nesse ponto, a parteira desculpou-se, pegou o bebê e apresentou-o à recém-mamãe que imediatamente tirou a roupa da criança e meteu-lhe um tapa no bumbum. O bebê começou a chorar e a mãe exclamou:

- Graças a Deus!

- O que que você quer dizer com isso?, indagou a parteira, estranhando aquela ansiedade toda.

- Bem..., explicou a jovem com cara de aliviada, Tive o terrível pressentimento de que ele Iria relinchar!!!

15 de agosto de 2007

Modelo Lousada: Lugar para deficientes...

Eu já sabia… mas no Domingo passado fiquei com a certeza.

Vivo em Lousada e periodicamente vou ao hiper mercado fazer as minhas compras. Sempre admirei a gentileza como estas superfícies disponibilizam alguns lugares de estacionamento para aqueles menos favorecidos, como os desafortunados que têm de andar de cadeira de rodas, de canadianas, ou que apresentem outro tipo de dificuldades mais ou menos graves.

Claro que as grandes superfícies são gentis mas muitos dos seus clientes não. Há sempre aquele “deficiente oportunista”, que só é “deficiente” quando lhe interessa, que têm um tipo particular de deficiência que se manifesta quando precisa de estacionar o veículo.

No Domingo passado assisti mais uma vez a esse triste comportamento. As velhinhas de cadeira de rodas têm de ir estacionar o carro ao quinto dos infernos, enquanto aqueles deficientes oportunistas e velhacos ocupam sem o mínimo de escrúpulos, os lugares que lhe estão destinados.

Claro que posso estar redondamente errado neste caso em particular. Mas tenho quase a certeza que não. Quem consegue olhar para esta fotografia deve achar que há veículos a mais!!! Ou então, como 99% da população pensa, “Será realmente o lugar de estacionamento ideal para estas pessoas!!!”

9 de agosto de 2007

Relembrar Guerra Junqueiro

É uma boa ocasião para relembrar este texto:

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que
eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
[.] Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."

Guerra Junqueiro, "Pátria", 1896.

NOTA: Repare-se bem na data. Embora não pareça, isto referia-se à
situação de 1896 !!!

8 de agosto de 2007

Bordel


Se és feio, pobre, burro, e mesmo assim tens sempre um monte de mulher a dar em cima de ti... só tem uma explicação:

Vives debaixo de um bordel...!

7 de agosto de 2007

Terrorismo: Bin Laden avisa

Juiz Porreta!!!

Aos amigos causídicos e outros amigos ...

Precisamos de uma Justiça assim.

Com Juízes e Justiça reflectindo o sentimento do nosso povo (como a corrente de juízes e advogados do RS )... Com o Povo...

"Os juízes precisam ser independentes para julgar, mas o Judiciário não precisa ser independente do sentimento do povo".

Rodrigo Collaço, 42 anos, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). "Revista JustiLex"


JUIZ PORRETA

ENVIADO POR JORNAL CORREIO

O Exmo. Magnífico Porretíssimo Gerivaldo Alves Neiva é Juiz de Direito na Bahia mas deveria ser alçado a Imperador. Vejam que sentença magnífica contra a Siemens ele escreveu. É delicioso, prova de que nem textos legais conseguem ser chatos, se escritos com gosto.

Processo Número: 0737/05

Quem pede: José de Gregório Pinto
Contra quem: Lojas Insinuante Ltda, Siemens Indústria Eletrônica S.A e Starcell

Ementa:
UTILIZAÇÃO ADEQUADA DE APARELHO CELULAR. DEFEITO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DO FABRICANTE E DO FORNECEDOR.

Sentença:

Vou direto ao assunto. O marceneiro José de Gregório Pinto, certamente pensando em facilitar o contato com sua clientela, rendeu-se à propaganda da Loja Insinuante de Coité e comprou um telefone celular, em 19 de abril de 2005, por suados cento e setenta e quatro reais. Leigo no assunto, é certo que não fez opção por fabricante. Escolheu pelo mais barato ou, quem sabe até, pelo mais bonitinho: o tal Siemens A52.
Uma beleza!

Com certeza foi difícil domar os dedos grossos e calejados de marceneiro com a sensibilidade e recursos do seu Siemens A52, mas o certo é que utilizou o aparelhinho até o mês de junho do corrente ano e, possivelmente, contratou muitos serviços. Uma maravilha!

Para sua surpresa, diferente das boas ferramentas que utiliza em seu ofício, em 21 de junho, o aparelho deixou de funcionar. Que tristeza: seu novo instrumento de trabalho só durou dois meses. E olha que foi adquirido legalmente nas Lojas Insinuante e fabricado pela poderosa Siemens….. Não é coisa de segunda-mão, não!

Consertado, dias depois não prestou mais… Não se faz mais conserto como antigamente!

Primeiro tentou fazer um acordo, mas não quiseram os contrários, pedindo que o caso fosse ao Juiz de Direito.

Caixinha de papelão na mão, indicando que se tratava de um telefone celular, entrou seu Gregório na sala de audiência e apresentou o aparelho ao Juiz:
novinho, novinho e não
funciona. De fato, o Juiz observou o aparelho e viu que não tinha um arranhão.

Seu José Gregório, marceneiro que é, fabrica e conserta de tudo que é móvel. A Starcell, assistência técnica especializada e indicada pela Insinuante, para surpresa sua, respondeu que o caso não era com ela e que se tratava de "placa oxidada na região do teclado, próximo ao conector de carga e microprocessador" . Seu
Gregório: o que é isto?
Quem garante? O próprio que diz o defeito, diz que não tem conserto….

Para aumentar sua angústia, a Siemens disse que seu caso não tinha solução neste Juizado por motivo da "incompetência material absoluta do Juizado Especial Cível - Necessidade de prova técnica." Seu Gregório: o que é isto?
Ou o telefone funciona ou não funciona! Basta apertar o botão de ligar. Não acendeu, não funciona. Prá que prova técnica melhor?

Disse mais a Siemens: "o vício causado por oxidação decorre do mau uso do produto".

Seu Gregório: ora, o telefone é novinho e foi usado apenas para falar.
Para outros usos,tenho outras ferramentas. Como pode um telefone comprado na Insinuante apresentar defeito sem solução depois de dois meses de uso? Certamente não foi usado material de primeira.
Um artesão sabe bem disso.

O que também não pode entender um marceneiro é como pode a Siemens contratar um escritório de advocacia de São Paulo, por pouco dinheiro não foi, para dizer ao Juiz do Juizado de Coité, no interior da Bahia, que não vai pagar um telefone que custou cento e setenta e quatro reais? É, quem pode, pode! O advogado gastou dez folhas de papel de boa qualidade para que o Juiz dissesse que o caso não era do Juizado ou que a culpa não era de seu cliente! Botando tudo na conta, com certeza gastou muito mais que cento e setenta e quatro para dizer que não pagava cento e setenta e quatro reais!
Que absurdo!

A loja Insinuante, uma das maiores e mais famosas da Bahia, também apresentou escrito de advogado, gastando sete folhas de papel, dizendo que o caso não era com ela por motivo de "legitimatio ad causam", também por motivo do "vício redibitório e da ultrapassagem do lapso temporal de 30 dias" e que o pobre do seu Gregório não fez prova e então "allegatio et non probatio quasi non allegatio".

E agora seu Gregório?

Doutor Juiz, disse Seu Gregório, a minha prova é o telefone que passo às suas mãos! Comprei, paguei, usei poucos dias, está novinho e não funciona mais!
Pode ligar o aparelho que não acende nada! Aliás, Doutor, não quero mais saber de telefone celular, quero apenas meu dinheiro de volta e pronto!

Diz a Lei que no Juizado não precisa advogado para causas como esta.
Não entende seu Gregório porque tanta confusão e tanto palavreado difícil por causa de um celular de cento e setenta e quatro reais, se às vezes a própria Insinuante faz propaganda do tipo: "leve dois e pague um!" Não se importou muito seu Gregório com asituação: um marceneironão dá valor ao que não entende! Se não teve solução na amizade, Justiça é para isso mesmo!

Está certo Seu Gregório: O Juizado Especial Cível serve exatamente para resolver problemas como o seu. Não é o caso de prova técnica: o telefone foi apresentado ainda na caixa, sem um pequeno arranhão e não funciona.
Isto é o bastante!
Também não pode dizer que Seu Gregório não tomou a providência correta, pois procurou a loja e encaminhou o telefone à assistência técnica. Alegou e provou!

Além de tudo, não fizeram prova de que o telefone funciona ou de que Seu Gregório tivesse usado o aparelho como ferramenta de sua marcenaria. Se é feito para falar, tem que falar!
Pois é Seu Gregório, o senhor tem razão e a Justiça vai mandar, como de fato está mandando, a Loja Insinuante lhe devolver o dinheiro com juros legais e correção monetária, pois não cumpriu com sua obrigação de bom vendedor.

Também, Seu Gregório, para que o Senhor não se desanime com as facilidades dos tempos modernos, continue falando com seus clientes e porque sofreu tantos dissabores com seu celular, a Justiça vai mandar, como de fato está mandando, que a fábrica Siemens lhe entregue, no prazo de 10 dias, outro aparelho igualzinho ao seu. Novo e funcionando! Se não cumprirem com a ordem do Juiz, vão pagar uma multa de cem reais por dia!

Por fim, Seu Gregório, a Justiça vai dizer à assistência técnica, como de fato está dizendo, que seu papel é consertar com competência os aparelhos que apresentarem defeito e que, por enquanto, não lhe deve nada.

À Justiça ninguém vai pagar nada. Sua obrigação é fazer Justiça!

A Secretaria vai mandar uma cópia para todos.

Como não temos Jornal próprio para publicar, mande pelo correio ou por Oficial de Justiça.

Se alguém não ficou satisfeito e quiser recorrer, fique ciente que agora a Justiça vai cobrar.

Depois de tudo cumprido, pode a Secretaria guardar bem guardado o processo!

Por último, Seu Gregório, os Doutores advogados vão dizer que o Juiz decidiu "extra petita", quer dizer, mais do que o Senhor pediu e também que a decisão não preenche os requisitos legais. Não se incomode. Na verdade, para ser mais justa, deveria também condenar na indenização pelo dano moral, quer dizer, a vergonha que o senhor sentiu, e no lucro cessante, quer dizer, pagar o que o Senhor deixou de ganhar.

No mais, é uma sentença para ser lida e entendida por um marceneiro.

Conceição do Coité, Bahia, 21 de setembro de 2005 Gerivaldo Alves Neiva, Juiz de Direito

6 de agosto de 2007

Conversa de bar

Dois amigos num bar, conversando:

- Se por acaso eu transasse com a sua mulher, continuariamos amigos?

- Não!

- Ficariamos inimigos?

- Não!

- Como assim, deixariamos de nos falar?

- Não!

- Porra, então ficariamos como?

- Quites.....

Mulher de amigo meu

Um homem, bastante decepcionado, lamenta-se com os amigos:

- Vocês não vão acreditar! A minha mulher agora pede-me dinheiro para fazer sexo comigo! No outro dia ela pediu-me 100 Euros!!!

- E tu ainda reclamas? A nós ela pede 200€!!!!