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3 de dezembro de 2009

A anedota mais racista de sempre


A anedota mais racista de sempre
 
 
 
Um homem alto, loiro, olhos azuis, entra na esquadra e dirige-se ao polícia em serviço (esquadra da Damaia):

- Vim entregar-me Sr. Guarda, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz

- E que crime cometeu? - Diz o polícia, enquanto tira as algemas do cinto e dirige-se prontamente para o homem,já a pensar na promoção de prender mais um vigarista...

- Atropelei um preto numa estrada na Cova da Moura...

- Ora meu amigo, como é que o Sr. se pode culpar, se estes pretos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?

- Mas ele estava no passeio!

- Se estava no passeio é porque queria atravessar, se não fosse o Sr. seria outro qualquer. São azares da vida ou mesmo o destino. Já agora, como está o carro?

- O carro está bem, mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, eu sou um assassino!!!

- Meu amigo, se o Sr. tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente! Sinceramente acho o Sr. um pacifista.

- Mas eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada...

- Que grande humanista! Enterrar um preto é de benfeitor, outro qualquer abandonava-o ali mesmo, para ser comido pelos bichos!!!

- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava:

- Estou vivo, estou vivo!!!

- Mentira, mentira! Esses pretos mentem muito...
 

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