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22 de dezembro de 2013

Boas Festas 2013

Vídeo de Natal, Domingos Moreira from Domingos Moreira on Vimeo.

6 de setembro de 2013

Teste de História

Faça um resumo da II Grande Guerra Mundial...

22 de maio de 2013

O Papagaio deficiente

Já é velhinha, mas….faz rir!!

 

 

 

O Papagaio deficiente

Um sujeito está a visitar uma loja de animais de estimação quando vê um papagaio sentado num pequeno poleiro.
O papagaio não tem pés nem pernas.

O fulano diz, em voz alta:
"O que terá acontecido a este papagaio?"

O papagaio responde:
"Nasci assim. Sou um papagaio defeituoso."

"C'um caraças!", diz o homem. "Pareces ter percebido o que eu disse!"

 
"Percebi tudinho", diz o papagaio.
"Acontece que eu sou um Papagaio muito inteligente e instruído. "

"Ah, é?!", pergunta o homem, "Então explica-me como é que te consegues segurar no poleiro se não tens pés. "

"Bom," diz o papagaio, "isso é um bocado embaraçoso, mas, já que perguntas; eu enrolo a minha pilinha no poleiro como se fosse um pequeno gancho.
Não a vês porque as penas a tapam. "

"Puxa!", diz o homem, "realmente percebes e falas português!!"

"Na verdade eu falo também espanhol e inglês e posso conversar
com competência acerca de quase qualquer assunto; política, religião,desporto, física, filosofia. Sou especialmente bom em ornitologia. Devias mesmo comprar-me. Eu seria uma companhia bestial. "

O sujeito olha para a etiqueta do preço e vê 300 euros. "Desculpa, mas és simplesmente demasiado caro para mim."

"Psssst!", diz o papagaio, "Eu sou defeituoso, portanto a verdade
é que ninguém me quer; provavelmente podes comprar-me por 30 euros,experimenta fazer uma oferta ao dono DA loja".

O homem oferece 30 euros e sai DA loja com o papagaio.

Passam-se semanas. O papagaio é sensacional. Tem um Grande sentido de humor, é interessante, é um Grande compincha, percebe tudo, é simpático, sensível. O homem está extasiado.

Um dia ele chega a Casa vindo do trabalho e o papagaio diz-lhe "Psssst!" e com uma ASA faz-lhe sinal para ele se chegar. "Não sei ! Se devia contar-te isto ou não, mas é acerca DA tua mulher... E do carteiro".

"De que estás a falar?", pergunta o homem.

"Quando o carteiro veio hoje, a tua mulher cumprimentou-o à porta
vestida com uma camisa de noite preta e beijou-o apaixonadamente" .

"O QUÊ???", o homem exclama, incrédulo.

"E DEPOIS, o que aconteceu?"

"Bom, o carteiro entrou em Casa, levantou-lhe a camisa e começou a beliscá-la", disse o papagaio.

"Meu Deus!", o homem exclama. "E depois o que se seguiu?"

"Bom, ele tirou-lhe a camisa de noite, pôs-se de joelhos e começou a apalpá-la toda, começando nos seios e lentamente começando a descer..."
"BOM???" pergunta o homem desvairado, "E DEPOIS O QUE ACONTECEU??"

Isso queria eu saber. Fiquei excitado e caí do poleiro!



28 de março de 2013

NAQUELE TEMPO . . .

NAQUELE TEMPO...
Na época da ditadura...
Podíamos acelerar os nossos automóveis pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos mas..
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos  jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de praga, sem que isso constituísse crime ambiental mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Hoje, na Ditadura da Democracia, a única coisa que podemos fazer...
...é falar mal do presidente!
Como os tempos mudaram...!!!


14 de março de 2013

No Médico...

FRASEOLOGIA POPULAR ( morcónica - claro está) DIGNA DE SER  LIDA


 Carlos Barreira da Costa, médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro A Medicina na Voz do Povo, com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina.

 Jóias deste tão pouco conhecido léxico:
 
O DIÁLOGO COM UM PACIENTE COM PATOLOGIA DA BOCA, OLHOS, OUVIDOS, NARIZ E GARGANTA É SEMPRE UM DESAFIO PARA O CLÍNICO
 
Ø        A minha expectoração é limpa, assim branquinha, parece, com sua licença, espermatozóides.
 
Ø        Quando me assoo dou um traque pelo ouvido, e enquanto não puxar pelo corpo, suar, ou o caralho, o nariz não se destapa.
 
Ø        Não sei se isto que tenho no ouvido é cera ou caruncho.
 
Ø        Isto deu-me de ter metido a cabeça no frigorífico. Um mês depois fui ao Hospital e disseram-me que tinha bolhas de ar no ouvido.
 
Ø        Ouço mal, vejo mal, tenho a mente descaída.
 

Ø        Fui ao Ftalmologista, meteu-me uns parafusinhos nos olhos a ver se as lágrimas saíam.
 
Ø        Tenho a língua cheia de Áfricas.
 
Ø        Gostava que as papilas gustativas se manifestassem a meu favor.
 
Ø        O dente arrecolhia pus, e na altura em que arrecolhia às imidulas, infeccionava-as
 
Ø        A garganta traqueia-me, dá-me aqueles estalinhos e depois fica melhor.
 
 AS PERTURBAÇÕES DA FALA IMPACIENTAM O DOENTE
 
Ø        Na voz sinto aquilo tudo embuzinado.

Ø        Não tenho dores, a voz é que está muito fosforenta.

Ø        Tenho humidade gordurosa nas cordas vocais.

Ø        O meu pai morreu de tísica na laringe.


 
OS PROBLEMAS DA CABEÇA SÃO MUITO FREQUENTES
 
Ø      Há dias fiz um exame ao capacete no Hospital de S. João.

Ø      Andei num Neurologista que disse que parti o penedo, o rochedo ou lá o que é....

Ø      Fui a um desses médicos que não consultam a gente, só falam pra nós.

Ø      Vem-me muitos palpites ruins, assim de baixo para cima...

Ø      A minha cabecinha começa assim a ferver e fico com ela húmida, assim aos tombos, a trabalhar.
Ø      Ou caiu da burra ou foi um ataque cardeal.


 
 OS APARELHOS GENITAL E URINÁRIO SÃO OBJECTO DE QUEIXAS SUI GENERIS
 
Ø        Venho aqui mostrar a parreca.

Ø        A minha pardalona está a mudar de cor.
Ø        Às vezes prega-se-me umas comichões nas barbatanas.
Ø        Tenho esta comichão na perseguida porque o meu marido tem uma infecção na ponta da natureza.
Ø        Fazem aqui o Papa Micau (Papanicolau)?

Ø        Quantos filhos teve? - pergunta o médico.
Para a retrete foram quatro, senhor doutor, e à pia baptismal levei      três.

Ø        Apareceu-me uma ferida, não sei se de infecção se de uma foda mal dada.

Ø        Tenho de ser operado ao stick. Já fui operado aos estículos.

Ø        Quando estou de pau feito... a puta verga.
Ø        O Médico mandou-me lavar a montadeira logo de manhã.

 
AS DORES DA COLUNA E DO APARELHO MUSCULAR E ESQUELÉTICO SÃO DIFÍCEIS DE SUPORTAR
 
Ø        Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta.
Ø        O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura.
Ø        Já tenho os ossos desclassificados.
Ø        Além das itroses tenho classificação ossal.
Ø        O meu reumatismo é climático.
Ø        É uma dor insepulcrável.
Ø        Tenho artroses remodeladas e de densidade forte.
Ø        Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala.

 
O PORTUGUÊS BEBE E FUMA MUITO E DESCULPA-SE COM FREQUÊNCIA
 
Ø        Tomo um vinho que não me assobe à cabeça.
Ø        Eu abuso um pouco da água do Luso.

Ø        Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool.
Ø        Fujo dos antibióticos por causa do estômago. Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me muito bem.
Ø        Eu sou um fumador invertebrado.
 
 O APARELHO DIGESTIVO ORIGINA SEMPRE MUITAS QUEIXAS
 
Ø        Fui operado ao panquecas.

Ø        Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina.
Ø        Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo.
Ø        Eu era muito encharcado a essa coisa da azia.
Ø        Senhor Doutor, a minha mulher tem umas almorródias que, com a sua licença, nem dá um peido.
Ø        Tenho pedra na basílica.

Ø        O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás.
Ø        Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa.
Ø        Fiz uma mamografia ao intestino.
Ø        O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenós (drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda).


 
OS MEDICAMENTOS E OS SEUS EFEITOS PRESTAM-SE ÀS MAIORES CONFUSÕES
 
Ø        Ando a tomar o Esperma Canulado - Espasmo Canulase .

Ø        Tenho cataratas na vista e ando a tomar o Simião – Sermion.
Ø        Andei a tomar umas injecções de Esferovite - Parenterovit .

Ø        Era um antibiótico perlim pim pim mas não me fez nada - Piprili .

Ø        Agora estou melhor, tomo o Bate Certo - Betaserc .

Ø        Tomo o Sigerom e o Chico Bem - Stugeron e Gincoben.

Ø        Ando a tomar o Castro Leão - Castilium .

Ø        Tomei Sexovir – Isovir.
Ø        Tomo uma cábulas à noite.
Ø        Tomei uns comprimidos jaunes, assim amarelados.

Ø        Tomo uns comprimidos a modos de umas aboborinhas.

Ø        Receitou-me uns comprimidos que me põem um pouco tonha.
Ø        Estava a ficar com os abéticos no sangue.

6 de março de 2013

Não vale a pena complicar...

É SIMPLES!

 

PARA QUÊ COMPLICAR?????

 

MULHERES………

 

 

 


 

O diário dela vs o diário dele... sobre a mesma noite.

 DIÁRIO DELA

Ele ficou esquisito a partir de sábado à noite. Tínhamos combinado encontrarmo-nos num bar para beber um copo antes de jantar. Andei às compras a tarde toda com as amigas e pensei que o seu comportamento se devesse ao meu atraso de vinte minutos. Mas não. Nem sequer fez qualquer comentário, como lhe é habitual.

A conversa e o sítio não estavam muito animados, por isso propus irmos a um lugar mais íntimo para podermos conversar mais tranquilamente.

Fomos a um restaurante caro e elegante. A comida estava excelente e o vinho era de reserva. Quando veio a conta, ele nem refilou e continuava a portar-se de forma bastante estranha. Como se estivesse ausente.

No caminho para casa, já no carro, disse-lhe que o amava. Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros, de forma paternal e sem me contestar. Não sei como explicar a sua atitude, porque não disse que me queria como faz habitualmente.

Simplesmente não disse nada.

Começo a ficar cada vez mais preocupada. Chegámos por fim a casa e, nesse preciso momento, pensei que ele me queria deixar. Tentei fazer com que falasse sobre o assunto mas ele ligou a televisão e ficou a olhá-la com um ar distante. Por fim, desisti e disse-lhe que ia para a cama.

Mais ou menos dez minutos depois, ele entra no quarto e deita-se a meu lado.

Para enorme surpresa minha, correspondeu aos meus beijos e carícias e acabámos por fazer amor. Não foi tão intenso como o normal, mas ele pareceu gostar. Apesar de continuar com aquele ar distraído que tanto me aflige.

Depois, ainda deitada na cama, resolvi que queria enfrentar a situação e falar com ele o quanto antes. Mas ele já tinha adormecido. Comecei a chorar e continuei a fazê-lo pela noite dentro, até adormecer quase de manhã.

Estou desesperada, já não sei o que fazer. Estou praticamente convencida que os seus pensamentos estão com outra. A minha vida é um autêntico desastre!

 

 

DIÁRIO DELE

O Sporting perdeu. Pelo menos dei uma queca.